segunda-feira, 7 de maio de 2007

chero de medo

Ah, limitações de um pobre trovador
sarcástico às alegrias da dor
Cansado das agonias
aguas calmas bem além
porém,
não sigo o Norte que eu vejo
a minha bussolá do avesso
me faz andar por um começo
que se repete.

Mas, jaz,
enfim
jaz a luz
que se reduz
à chama que vejo em ti
quem clama
mas não por mim.
Assim...
Não faz assim

Isso tão breve sôa
já não me perco nesse lamento
seu olhar em mim ecôa
Já terminou o sofrimento

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